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Café Laurent

Inaugurado em 1690 por François LAURENT, o Café Laurent fora um ponto alto da vida literária e artística, onde filósofos e escritores da Enciclopédia adoravam se encontrar e prosear, saboreando a nova bebida da época: a “Água de Café”.

Fontenelle, Houdar de la Motte, Rousseau e Voltaire deram a este novo local a sua reputação intelectual graças a esta nova bebida. Montesquieu dizia : “No Café Laurent, o café é preparado de forma a dar a alma aos que o bebem”.

Ali também era possível saborear o chá da Índia, uma deliciosa limonada, lascas de chocolate e frutas cítricas, pois dizia-se, naquela época, que estas ajudavam a clarear a tez. Maximilien de Robespierre, o «Incorruptível», consumia diariamente estas novas frutas.

Em 1946, este café passou a se chamar «Café Tabou», e tornou-se o ponto de encontro dos mais famosos Intelectuais do período pós-guerra, tais como Queneau, Mauriac, Camus, Sartre, que ali se encontravam à noite.
O entusiasmo e apego por este local incitam o dono a criar, no seu subsolo, a primeira « Adega » de Paris: assim nasceu o “Le Tabou”, ponto de encontro preferido dos J3 e dos Zazous (como eram chamados os fãs de jazz da época).

Ali foram degustadas as primeiras “Coca-Cola”, Boris Vian tocava jazz, Juliette Gréco recitava os poemas de Queneau e de Prévert e cantava: "Nós somos todos existencialistas".
Esta adega recebera, mais tarde, outras celebridades como Martine Carol e Mouloudji. Durante mais de 40 anos, Le Tabou fora o centro da vida noturna “Germanopratina” (do bairro de Saint-Germain des Prés).
A "Miss Vício" ali fora eleita em 1949.

Noites de Jazz

Flavien - Bartender of the Café Laurent
Flavien - Bartender do Café Laurent

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